Edna Matosinho de Pontes estudando e pesquisando sobre “Arte Popular” recebeu e colecionou uma série de catálogos sobre esse assunto. Ela apresenta acima imagens de alguns que recebeu indo às mostras ou sendo presenteada pelos artistas. Eles são resumidamente descritos abaixo:

“O Sesc/ MG vai aonde o artesão está” (Belo Horizonte-MG: Impresso pelo Sesc/ MG, Sem data), “Marinaldo Santos – Urbano pop”, curadoria de Aracy Amaral (São Paulo-SP: Impresso pela Galeria Berenice Arvani, 2015), “Museu Casa do Pontal – Arte popular brasileira” (Rio de Janeiro-RJ: Impresso pelo Museu Casa do Pontal, Sem data) e “Aparecida – 300 anos”, curadoria de Tadeu Bandeira (Belo Horizonte-MG: Impresso pelo Centro de Arte Popular – Cemig, 2017).

“O Sesc/ MG vai aonde o artesão está”. O Sesc cumpre a missão de promover o encontro das pessoas com o bem-estar e a qualidade de vida. Fundado em 1946, é mantida pelos empresários do comércio. Em Minas Gerais, desde 1948, atua em todas as regiões do estado, com 23 unidades fixas e 11 móveis. 28 páginas.

“Marinaldo Santos – Urbano pop”. Esse paraense autodidata, expôs pela primeira vez em São Paulo na Galeria Berenice Arvani, que reuniu 40 obras que surpreendem pela sua inteligência visual, seduzido tanto pela sintaxe pop americana – em especial a pintura de Andy Warhol – como pelo construtivismo, mas, principalmente, pelas assemblages dadaístas de Marcel Duchamp. 25 páginas.

“Museu Casa do Pontal – Arte popular brasileira”. Situado no Rio de Janeiro, é considerado o maior e mais significativo em arte popular. Seu acervo – resultado de 45 anos de pesquisas e viagens do designer francês Jacques Van de Beuque – é composto por cerca de 9.000 peças de 300 artistas brasileiros. 14 páginas.

“Aparecida – 300 anos”. Comemorando o 12 de outubro, dia da santa, o Centro de Arte Popular – Cemig, em 2017, apresentou um acervo de 200 obras vindas de diversas regiões, como Minas Gerais, Goiás, Maranhão, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo, todas evocando a figura da santa, através da pintura, escultura, gravura, desenho, cerâmica, bordado, dentre outras. Na capa uma escultura em madeira policromada de Zezin. 4 páginas.

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“Alexandre Filho – De luz e de cores”, curadoria de Raimundo Nonato Batista Filho (Bola) (João Pessoa-PB: Gráf. S. Maria, Sem data), “Tota – Exposição de cerâmica”, (João Pessoa-PB: Impresso por Galeria Gamela, 1985), “Omar Souto – Uma visão do sertão” (Goiânia-GO: Impresso pelo TJGO, 2009), “Galeno – Culumim arteiro – Pinturas e esculturas”, curadoria de Claudio Telles (Brasília-DF: Gráf. Ideal, 1997) e “O imaginário de Rosana Pereira – Cerâmicas”, curadoria de Tadeu Bandeira (Belo Horizonte-MG: Impresso pelo Centro de Arte Popular – Cemig, 2015).

“Alexandre Filho – De luz e de cores” – Ocorreu no Casarão de Azulejos, João Pessoa, PB. Manuel Alexandre Filho (1932) é de Bananeiras, PB, sua temática é eclética e universal, apesar de refletir as paisagens e os símbolos ancestrais de sua terra. 29 páginas.

“Tota – Exposição de cerâmica”. Antônio Paschoal Régis, o Tota (1932-2003), foi um renomado ceramista, de Tracunhaém-PE, radicado na Paraíba, e sua arte é marcada por figuras, santos em um estilo popular autêntico. Ocorreu na Galeria Gamela, PB. 2 páginas.

“Omar Souto – Uma visão do sertão”. Ocorreu em 2009 no TJGO, 30 telas e organizada por Gabriel Nascente. Recria realidades sociais, suburbanas, operários e gente da roça, foliões, caçadores, pinguços, mulheres de bordel, temas líricos ou de impacto. Ele é natural de Heitoraí, GO. 9 páginas.

“Galeno – Culumim arteiro”. Ocorreu em 1997 na Galeria de Arte da Academia de Tênis de Brasília. Galeno cuja trajetória se moveu ao sabor de suas inquietações e sua produção foi pensada a partir de suas ancestralidades formadas por gerações de vaqueiros, coureiros, carpinteiros, rendeiras e costureiras. 14 páginas.

“O imaginário de Rosana Pereira”. Ocorreu em 2015 no Centro de Arte Popular – Cemig com 50 peças. Neta de Ulisses e filha de Margarida Pereira, aprendeu na família os saberes e técnicas da sua cerâmica que envolvem magia, encantamento e simbiose. 6 páginas.

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“Fé Córdula”, curadoria de Antônio da Mata (Goiânia-GO: Impr. pela Fund. Jaime Câmara, 2010), “A xilogravura popular – Xilógrafos, poetas e cantadores”, curadoria de Edna Matosinho de Pontes e de Fabio Magalhães (Brasília-DF: Impr. por Luli Hunt, 2018), “Brasil: Almanaque de cultura popular – A sofisticada arte popular” (São Paulo-SP: Andreato Comunicação & Cultura para TAM nas Nuvens, 2009), “Véio – Esculturas”, curadoria de Paulo Monteiro (São Paulo-SP: Impr. pela Galeria Estação, 2010) e “Cerâmica de Chico Ferreira” (João Pessoa-PB: Impr. por Kako de Flor, s/d).

“Fé Córdula”. Em iniciativa da pref. de Goiânia e da Fund. Jaime Câmara essa mostra ocorreu em 2010 na Galeria de Arte Célia Câmara e apresentou o naïf desse goiano. 32 páginas.

“A xilogravura popular – Xilógrafos, poetas e cantadores”. Essa exposição que ocorreu no Museu Nac. da República em 2018 mostrou a riqueza da xilogravura e o extraordinário imaginário do sertão nordestino e também o cordel e o cantador. 3 páginas.

“Brasil: Almanaque de cultura popular – A sofisticada arte popular”. Essa revista distribuída nos voos da TAM mostrou, entre outras, a arte popular e os artistas que produzem valiosas obras. 34 páginas.

“Véio – Esculturas”. Exposição desse sergipano ocorrida na Galeria Estação em 2010 com o apoio do Inst. do Imaginário do Povo Brasileiro – IIPB, mantidas por Vilma Eid, em parceria com a Galeria Karandash, de Maceió-AL. Véio é o nome artístico de Cícero Alves dos Santos. 60 páginas.

“Cerâmica de Chico Ferreira”. Divulgação de uma obra desse paraibano em foto de Roberto Coura. Ele nasceu em Catolé do Rocha-PB em 1957 e em suas exposições já homenageou seu conterrâneo, o cantor Chico César. Cartão com frente e verso.

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